Felizmente, o amanhã ainda chegou para mim...
Esses últimos dias tem sido muito conturbados, muita coisa acontecendo tanto na minha vida pessoal quanto no trabalho, pouco tempo para curtir os dias de céu de brigadeiro e as noites cheias de estrelas e sonhos (e que sonhos...). E muita coisa para resolver, muitos conflitos internos, muita briga entre o desejo e a consciência, muitas oportunidades... "é tanta coisa no menu que eu não sei o que comer...", como já disse Raulzito... Aos poucos, espero poder colocar tudo em ordem, deixar "a cara limpa, a roupa suja esperando que esse tempo mude... nessa terra de gigantes, que trocam vidas por diamantes..." (Humberto Gessinger)
Por hora, deixo uma das canções que eu gosto muito, e que falam um pouco dessa dualidade entre mim e os outros, entre o eu e o mundo. Essa é uma das canções que, ao ouvir, sempre me pergunto porque eu não a fiz antes do Paulinho Moska... mas ele é um baita compositor, e expressou bem o que eu penso em "A Seta e o Alvo". Carpe diem
A Seta e o Alvo (Paulinho Moska)
Composição: Paulinho Moska e Nilo Romero
Eu falo de amor à vida,
Você de medo da morte.
Eu falo da força do acaso
E você de azar ou sorte.
Eu ando num labirinto
E você numa estrada em linha reta.
Te chamo pra festa,
Mas você só quer atingir sua meta.
Sua meta é a seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Eu olho pro infinito
E você de óculos escuros.
Eu digo: "Te amo!"
E você só acredita quando eu juro.
Eu lanço minha alma no espaço,
Você pisa os pés na terra.
Eu experimento o futuro
E você só lamenta não ser o que era.
E o que era?
Era a seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Eu grito por liberdade,
Você deixa a porta se fechar.
Eu quero saber a verdade
E você se preocupa em não se machucar.
Eu corro todos os riscos,
Você diz que não tem mais vontade.
Eu me ofereço inteiro
E você se satisfaz com metade.
É a meta de uma seta no alvo,
Mas o alvo, na certa não te espera!
Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada,
Quando se parte rumo ao nada?
Sempre a meta de uma seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada,
Quando se parte rumo ao nada?
Composição: Paulinho Moska e Nilo Romero
Eu falo de amor à vida,
Você de medo da morte.
Eu falo da força do acaso
E você de azar ou sorte.
Eu ando num labirinto
E você numa estrada em linha reta.
Te chamo pra festa,
Mas você só quer atingir sua meta.
Sua meta é a seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Eu olho pro infinito
E você de óculos escuros.
Eu digo: "Te amo!"
E você só acredita quando eu juro.
Eu lanço minha alma no espaço,
Você pisa os pés na terra.
Eu experimento o futuro
E você só lamenta não ser o que era.
E o que era?
Era a seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Eu grito por liberdade,
Você deixa a porta se fechar.
Eu quero saber a verdade
E você se preocupa em não se machucar.
Eu corro todos os riscos,
Você diz que não tem mais vontade.
Eu me ofereço inteiro
E você se satisfaz com metade.
É a meta de uma seta no alvo,
Mas o alvo, na certa não te espera!
Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada,
Quando se parte rumo ao nada?
Sempre a meta de uma seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada,
Quando se parte rumo ao nada?

3 comentários:
Mesmo com a cabeça a mil, aqui nós sempre curtimos as noites estreladas e o céu de brigadeiro ! Ei , amigo , não deixe a vida te sufucar!
Eu não deixo Mel... mas mesmo assim ela insiste...
Sei como é que é, eu tb luto diáriamente contra ela ! A vidaé "cruel" e tenta sempre "vencer. às vezes me vejo derrotada, mas depois vem a recuperação (a tpm é um braço sufocador da vida rsrsrsr ).
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